
Crie espaço para si
Mensagem de Jeshua
Canal: Pamela Kribbe
Tradução a 13 de fevereiro de 2026
Queridos amigos,
Estou perto de vós e vivo nos vossos corações. A um nível mais profundo, estamos ligados e somos um, tal como as células de um corpo maior ou as faíscas de luz numa estrela gigante também o são. Sintam essa ligação agora.
Quando vivem na Terra, aprendem a adaptar-se à experiência da separação. Esta é, normalmente, a primeira coisa que aprendem em bebés: que são separados, que são um corpo que precisa de alimento, cuidados e atenção. Na Terra, e também no início da vida, há muito mais atenção ao físico e ao material do que ao nível de unidade de onde vieram. Muito em breve, são obrigados a despedir-se desta unidade e a concentrar-se no físico e no material.
No entanto, as coisas poderiam acontecer mais gradualmente, permitindo que a criança mantivesse este sentimento de união e pertença durante mais tempo. Desta forma, a vida seria mais controlável, menos árdua e intensa, especialmente durante a infância e a puberdade. Quando a ligação com a unidade, com a alma, se perde cedo na vida devido à falta de consciência dos pais ou do mundo envolvente, toda a fase da juventude se torna mais difícil do que o necessário. Todos vocês já passaram por isso.
Pense num momento da sua juventude, mesmo antes da puberdade, em que se sentiu sozinho ou perdido, ou teve a sensação de não se encaixar nem pertencer a lado nenhum. Talvez se sentisse distante das outras pessoas e do mundo que o rodeia. Talvez houvesse um devaneio dentro de si que o fizesse sentir que não conseguiria acompanhar o ritmo. Recupere essa memória e veja a criança que era. A infância é uma fase muito rica da vida, mas os pais terrenos procuram educar os seus filhos da forma convencional, focada no que ainda está por vir. A criança é obrigada a viver preparando-se para o futuro, enquanto dentro dela se escondem tantos tesouros e mistérios – segredos que por vezes não são completamente abordados porque a criança precisa de se apressar a tornar-se adulta.
Olhe para dentro de si e veja se a criança que um dia foi guarda um tesouro escondido, que foi negligenciado ou insuficientemente explorado. Visualize essa criança por um instante; deixe-a surgir no seu coração ou na sua visão interior. Veja o que a tornava diferente – sinta a alma desta criança. Sinta as riquezas interiores que ela deixou para trás na sua infância, memórias de outros planos de existência. Sinta o quão misteriosa esta criança era; o quão enigmático eras. Sinta o que não foi visto ou ouvido nessa criança e resgate essa memória. É, na verdade, a sua própria essência, o seu âmago, que se perdeu silenciosamente na existência agitada e orientada para o crescimento na Terra.
Imagine que é novamente a criança imaginativa que um dia foi e tente, com a sua consciência adulta, penetrar na qualidade especial dessa criança. Quais eram os sonhos desta criança? O que lhe faltava neste mundo? Do que é que ela sentia mais falta? Todos vós tendes uma profundidade interior que se tornou oculta, mas essa profundidade conduz-vos à vossa alma. Vocês precisam dessa profundidade para encontrar propósito e significado nas vossas vidas. Questione seriamente o aspeto deste mundo que está tão focado no físico, tão fixado no ativo e orientado para os objetivos. Esta fixação afasta-o muitas vezes da profundidade interior que lhe pertence. Sinta essa profundidade à sua volta.
Imagine-se a deslizar por um céu escuro onde vê muitas estrelas. Flutua facilmente pelo universo, sem qualquer esforço. O cosmos é o seu território conhecido – sente-se em casa ali. Olha em redor para todas as estrelas e sente-se carregado por um vasto campo de amor – está seguro. A sua consciência está muito aberta – não tem para onde ir, nada para fazer. Tudo está sob controlo – você é livre. Sinta como relaxa – nada é necessário. A eternidade está à sua volta – não há pressa.
Agora sente-se a ser atraído lentamente em direção à Terra. Vê uma esfera de luz azul: o planeta Terra. Observa-a, de forma neutra – não precisa de nada. Lentamente, flutua em direção à Terra. Veja a Terra como uma esfera de energia. Imagine-se como um ser espiritual que se move em direção à Terra. Vai-se para lá sem a necessidade ou o fardo de um corpo, é-se totalmente livre.
Depois viaja pela atmosfera da Terra. O que mais o impressiona na atmosfera, na energia coletiva da Terra? Uma vez que não há nada que possa fazer quanto a isso, nada para a ajudar ou mudar, concentre-se apenas em sentir as duas energias diferentes presentes na Terra.
A primeira energia é a da natureza na Terra: os reinos mineral e vegetal, os animais, toda a natureza; a beleza e a harmonia na natureza, as forças elementares presentes no planeta, na Mãe Terra. Sinta o que essa energia lhe faz, o que desperta em si. Há algo que o liga com a Terra. Não é despiciendo que tenha vivido muitas vidas aqui e que esteja aqui novamente. Sinta a sua ligação com a Mãe Terra. Sinta o significado deste laço – é uma ligação antiga.
Agora, concentre-se na outra energia, a energia da humanidade na Terra. Imagine todos estes países na Terra, povoados por pessoas de diversas culturas e crenças. Observe-o de forma neutra. Não tem de fazer nada – nada se espera de si. Está numa dimensão de eternidade – há tempo de sobra para tudo.
Como é que a energia da humanidade o afeta? Qual é a sua resposta espontânea? Como se relaciona com a atmosfera da humanidade, a sua atmosfera coletiva? Quer afastar-se dela ou quer aproximar-se? Sente-se em casa nela ou oferece resistência por se sentir estranho para ela? O que deseja a sua alma no seu relacionamento com a humanidade?
Observe, sem julgamento, o que sente. Você é agora a criança dentro de si: grandiosa, imaginativa e ligada ao mundo da alma. A criança continua muito livre, pode ir em qualquer direção. Veja se existe, no seu dia a dia, aqui e agora na Terra, um espaço para aquela criança interior que ainda está ligada com a alma, com outra consciência que não está tão fixada no fazer e no agir, no prático, no concreto, no exterior.
Esta criança é a consciência muito mais livre e imaginativa de que necessita. É o seu acesso à canalização, à intuição, à fantasia, à criatividade. Precisa muito desta parte infantil neste mundo para manter a ligação com a sua alma; portanto, pode criar deliberadamente um espaço para ela.
O seu mundo interior é importante e não deve ser excessivamente limitado por regras, caso contrário torna-se seco e árido. Todos sabem que uma criança é cheia de fantasias, não conhece limites e gosta de quebrar barreiras: quer sonhos e aventuras. Essa é uma parte preciosa de si. Veja se consegue criar espaço suficiente para esta parte no seu dia a dia. Pergunte à sua criança interior: “Como posso alimentá-la energeticamente? Como posso criar mais espaço para si para que possa manifestar o seu potencial?”
Perceba que, ao abrir espaço para a sua criança interior, estará provavelmente a ir contra as regras da sociedade, contra o mundo que o rodeia. Estará a fazer algo que parece inútil, sem propósito; será apenas um "sonhador". Pode parecer estar distraído, quando, na verdade, está a conectar-se com outras dimensões da consciência, mais fundamentais. Crie espaço para si. Então, receberá intuições e ideias, não da sua mente ou das suas emoções terrenas, mas do reino da alma.
Como disse no início, o reino da alma é onde os seus guias, os seus ajudantes e amigos estão presentes e ligados, assim como todas as células de um único corpo, todas as minúsculas faíscas de uma estrela. Quando é tocado por esta ligação, a sua alma torna-se mais desperta na Terra. Os seus guias estão ao seu redor, em contacto consigo para que isso aconteça. Quando é movido pela intuição, pela inspiração, pela informação canalizada, torna-se mais vivo. O que está realmente a experienciar é que a sua alma está a despertar, e isso proporciona-lhe uma intensa sensação de alegria, pois a alma anseia estar aqui, não fragmentada, quebrada ou rejeitada pela vida quotidiana, mas antes estar aqui plenamente.
Cada momento em que experimenta uma alegria profunda e sente que algo se encaixa dentro de si é um momento de ligação com a alma. É também um momento de canalização, pois todas as energias superiores são concebidas para promover essa experiência em si. É esse o propósito de ser professor ou guia: despertar a alma nos seres humanos na Terra. Você é o canal; é você quem é chamado a despertar. O propósito da canalização não está relacionado com o que está fora de si – você é o objetivo. Quando a sua alma desperta na sua vida na Terra, irradia a sua luz, e isso acontece automaticamente, sem que tenha de trabalhar ou estudar para que isso aconteça.
Honre a criança que há dentro de si. Reconheça a profundidade e o mistério da sua criança interior e cure as feridas infligidas – muitas vezes involuntariamente – durante a sua infância. Abra espaço para a criança espontânea, intuitiva e transgressora que existe dentro de si.
Está amparado por fontes de luz ao seu redor. És muito querido para nós. Jamais o abandonaremos.
Muito obrigado.
Pamela Kribbe.

Traduzido por achama.biz.ly com agradecimentos a:
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Notas minhas:
- Deus, a Fonte da vida é puro amor incondicional, não um deus zeloso [de algumas] das religiões dogmáticas.
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- Minha opinião pessoal: Ninguém é mais anti-semita do que os sionistas [ou judeus falsos].
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O Google apagou meus antigos blogs rayviolet.blogspot.com e
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(Uma Grande Mentira).

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