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A influência do ambiente e do ADN na família
O Filho Magisterial, Monjoronson é o Professor
Mensagem recebida por Vicki Vanderheyden
Moderado por Anyas Spencer.
(Este texto foi editado para divulgação pública.)
Tradução a 8 de janeiro de 2026
Mattawan, Michigan EUA, 24 de outubro de 2024.
Anyas: Monjoronson, continuando a nossa discussão sobre o ADN, poderia explicar melhor como é que impacta a família?
Monjoronson: Sim, está a começar a definir algumas ligações e conexões importantes para compreender o que transmite à sua descendência, o que afeta os seus filhos e netos por viverem num ambiente semelhante. Então, vamos discutir isto com mais detalhe.
Sabe agora que o ambiente desempenha um papel fundamental na alteração do seu ADN. A assinatura genética que alberga no seu corpo físico já não é considerada totalmente permanente e imutável como costumava ser. Esta é uma notícia maravilhosa para os humanos, finalmente compreenderem que não somos indivíduos estáticos presos num corpo com um código genético que não muda. É crucial compreender que, dentro do seu ambiente, existem oportunidades para crescer e amadurecer e, ao fazê-lo, pode realmente alterar partes da sua composição de ADN, o que pode alterar também a sua constituição física. Quando isto ocorre, está também a alterar o seu ambiente e paisagem interior.
No momento da conceção, a criança herda o padrão genético do ADN tanto da mãe como do pai. A componente matrilineal, ou materna, deste ADN continua a evoluir na criança, dado que esta atravessa um período de desenvolvimento gestacional no útero materno. Assim, quaisquer alterações no ADN resultantes do ambiente materno podem ter impacto na assinatura genética, ou seja, nas qualidades herdadas da criança. Embora o pai não contribua com alterações do seu ADN para a criança durante o período gestacional, pode influenciar o ambiente externo da mãe e, consequentemente, o da criança.
Quando o pai e a mãe se unem com a intenção de se amarem e apoiarem um ao outro e ao filho, esta união reflete-se frequentemente na atenção e na intenção do meio que os rodeia. Isto tem um impacto significativo no bem-estar da criança. Este é um fator ambiental que pode ter impacto e alterar o ADN da mãe e, subsequentemente, a assinatura genética da criança. Portanto, existe, de facto, o potencial para o pai influenciar o crescimento e o desenvolvimento da criança através do ambiente externo para o qual contribui. Desta forma, o pai pode desempenhar um papel significativo na ativação e desativação de genes tanto na mãe como no filho.
Ora, quando a criança nasce, abandona o corpo da mãe e, se por acaso a mãe que está a amamentar optar por alimentar o seu filho com o leite materno que produz, a criança pode já não ser tão afetada pelo que a mãe ingere, mas sim pelo que é transmitido pelo leite materno. Isto também pode ter influências no ADN. Portanto, a influência pode não ser tão forte como durante a gestação, mas ainda assim pode ter um impacto significativo.
Mais uma vez, se a mãe e o filho partilham o mesmo ambiente que o pai, os três são geneticamente impactados por esta experiência. Mas à medida que a criança cresce e deixa de depender do corpo da mãe para se nutrir, vivendo uma vida mais independente dos pais, outros factores entram em jogo.
O impacto que a mãe e o pai têm na criança passa a ser mais influenciado pelo ambiente externo do que pela influência interna que a criança recebe da mãe durante a gestação e a amamentação. À medida que as crianças crescem, tornam-se seres independentes, influenciados principalmente pela sua própria vontade, intenções e ações.
Portanto, se duas pessoas partilham o mesmo ambiente, o mesmo foco, a mesma intenção, a mesma vontade, a mesma reação e alguns dos mesmos fatores genéticos, é possível que o seu ADN seja impactado e alterado de forma semelhante. Mas, à medida que alguém interage com outras pessoas num ambiente partilhado, o que se torna mais importante é o foco, a intenção e a ação individual de cada um destes membros que vivem juntos. Isto determina o quanto uma experiência ou um ambiente específico influencia o estado do seu ADN. Obrigada.
Anyas: Obrigada, Monjoronson. Tenho outra questão relacionada. A minha filha está grávida e estou a rezar pelo bebé e pelo meu outro neto. A oração contribui para um ambiente positivo, mesmo que seja feita à distância, por procuração?
Sim. Vocês estão energeticamente conectados. Na verdade, estão energeticamente ligados a todos, a todas as personalidades, mas ainda mais aos membros da família. Partilhamos um fluxo energético vital comum, o chi, por assim dizer. Já abordámos o facto de que toda a oração, toda a súplica, gera uma resposta. E a resposta será de natureza energética. Portanto, sim, não faz diferença se reza por um estranho que está a milhares de quilómetros de distância ou se reza por alguém que conhece bem, como a sua filha, o bebé que está a caminho ou o seu neto. Haverá uma resposta, haverá um efeito energético. E sim, a oração pode certamente influenciar o ambiente e o bem-estar da sua família e de outras pessoas que possam estar a quilómetros de distância.
© The 11:11 Progress Group.
I tell you clearly and plainly that no darkness can withstand
the focus of the Father’s light. – Monjoronson
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